2ª aula: INFORMAÇÃO EMPRESARIAL
3ª aula: ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
4ª aula: SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO / GESTÃO DE CONHECIMENTO
5ª aula: PALESTRA
6ª aula: TRABALHO
É a interação dos componentes da TI com o componente humano que faz com que um Sistema de Informação tenha funcionalidade e utilidade para a organização.
Todo sistema de informação possui um ciclo de vida obedecendo aos princípios vitais de concepção, crescimento e morte.
1. Sistemas de Informação Operacional: tratam das transações rotineiras da organização (Comumenente encontrados em todas as empresas automatizadas);
3. Sistemas de Informação Estratégicos: integram e sintetizam dados de fontes internas e externas à organização, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização. Os conceitos chave na gestão estratégica de empresas são:
• Estabelecer objetivos estratégicos específicos que possam melhorar a posição da companhia, em oposição a objetivos genéricos, como o aumento de lucro ou redução de custos.
• Avaliação do desempenho em termos dos objetivos estabelecidos, e disponibilização da informação a quem toma as decisões estratégicas.• Avaliação e gestão do "capital intelectual", aptidões e experiência da força de trabalho das companhias.
• Gestão baseada em atividade, que busca para avaliar clientes e projetos nos termos de seus custos e benefício totais à organização, melhor que supor que os projetos mais importantes são aqueles que trazem o rendimento mais elevado.
Para que este sistema funcione, é necessário ter organização e, no caso, a utilização de banco de dados é fundamental para tal propósito.
Bancos de dados, (ou bases de dados), são conjuntos de dados com uma estrutura regular que organizam informação. Um banco de dados normalmente agrupa informações utilizadas para um mesmo fim.
Um banco de dados é usualmente mantido e acessado por meio de um software conhecido como Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD). Normalmente um SGBD adota um modelo de dados, de forma pura, reduzida ou estendida. Muitas vezes o termo banco de dados é usado como sinônimo de SGDB.
O modelo de dados mais adotado hoje em dia é o modelo relacional, onde as estruturas têm a forma de tabelas, compostas por linhas e colunas.
GESTÃO DE CONHECIMENTO
Sistemas de apoio à decisão é uma classe de Sistemas de Informação ou Sistemas baseados em Conhecimento. Refere-se simplesmente a um modelo genérico de tomada de decisão que analisa um grande número de variáveis para que seja possível o posicionamento a uma determinada questão.
Decisão é uma escolha entre as alternativas existentes através de estimativas dos pesos destas alternativas. Apoio à decisão significa auxiliar nesta escolha gerando estas estimativas, a evolução ou comparação e escolha.
No início dos anos 90, começaram a surgir a partir do SAD os conceitos de data warehouse e processamento analítico on-line (OLAP). Com a virada do milênio aproximando, novas aplicações analíticas baseadas na web foram introduzidas. É claro que SAD pertence a um ambiente com fundamentos multidisciplinares, incluindo (mas não exclusivamente) pesquisas de banco de dados, inteligência artificial, interação homem-máquina, métodos de simulação, engenharia de software e telecomunicações.
Um SAD pode ser composto por:
• 1. Um sistema gerenciador de banco de dados;
• 2. Um sistema gerenciador de modelagem;
• 3. Uma engenharia de conhecimento;
• 4. Uma interface com o usuário;
• 5. O usuário.
O suporte dado pelo SAD é também classificado dentro de algumas características:
- Entradas: usadas para atribuir ao SAD fatos, números e características para serem analisadas; Conhecimento do usuário e conhecimento prévio: aprimora o sistema para decidir qual melhor solução, quais entradas devem ser analisadas com ou sem o usuário;
- Saídas: usada pelo usuário do sistema afim deste poder analisar as decisões que devem ser feitas e quais são as em potencial;
- Tomada de decisão: quando a tomada de decisão é realizada pelo SAD, de qualquer maneira, o usuário deve realizar a tomada de decisão a partir de uma classificação ordenando os resultados com um critério próprio do usuário. SAD’s com a capacidade de classificação cognitiva nas funções de tomada de decisão e baseados em inteligência artificial ou tecnologias agentes de inteligência são chamados de Sistemas Inteligentes de apoio à Decisão (SIAD).
A gestão do conhecimento tem como objetivos:
• Tornar acessíveis grandes quantidades de informação corporativa, compartilhando as melhores práticas e tecnologias;
• Permitir a identificação e mapeamento dos ativos de conhecimento e informações ligados a qualquer organização, seja ela com ou sem fins lucrativos (Memória Organizacional);
• Apoiar a geração de novos conhecimentos, propiciando o estabelecimento de vantagens competitivas.
• Dar vida aos dados tornando-os utilizáveis e úteis transformando-os em informação essencial ao nosso desenvolvimento pessoal e comunitário.
• Organiza e acrescenta lógica aos dados de forma a torná-los compreensíveis.
O conhecimento pode ser implícito (tácito) ou explícito.
Um sistema de Gestão de Conhecimento deve ser programado por quem entende as informações e as classifica, mas que também conhece o meio no qual se quer atuar.
No link abaixo, trago um exemplo onde o autor mostra em seu trabalho um SAD aplicado à escalada alpina, este exemplo é de fácil interpretação e aplicação, vale a pena dar uma lida:
http://www.inf.unisinos.br/~hoffmann/pesquisa/publicacoes/2001c01.pdf
O papel dos sistemas de informação de negócios alterou-se e expandiu-se durante as últimas quatro décadas.
Na década de 1950-1960, os "sistemas eletrônicos de processamento de dados" apenas podiam ser adquiridos pelas maiores organizações. Eram usados para registrar e armazenar dados de arquivo como artigos jornalísticos, e jornais especializados - papel de suporte às operações.
Pelos anos 60, os "sistemas de informação de gestão" foram usados para gerar uma gama limitada de relatórios pré-definidos, incluindo relatórios de lucro (eram designados por P & L's na altura), balanços e relatórios de vendas. Tentava-se que atuassem no papel de suporte às tomadas de decisão, embora ainda não fossem capazes.
Pelos anos 70, os "sistemas de suporte à decisão" foram introduzidos. Eram interativos no sentido de que o utilizador podia escolher numerosas opções e configurações. Não só o utilizador podia personalizar os resultados, mas também configurar os programas para as suas necessidades específicas. No entanto, isso teve o seu custo: como parte do acordo de aluguer do sistema, ter-se-ia que pagar a um técnico de sistemas IBM para estar permanentemente no local.
A inovação nos anos 80 foi a introdução da computação descentralizada. Em oposição a um único (e grande) computador para toda a empresa, vários PC's podiam ser espalhados pela organização, o que significava que não era mais necessário enviar o trabalho para o departamento de computadores para processamento (em fila de espera) e esperar pelos técnicos para realizar o procedimento: cada utilizador tinha o seu próprio computador e podia personalizá-lo segundo as suas necessidades. Muitos deles tinham que lidar e aprender os controversos protocolos do DOS, funções da BIOS e scripts batch de DOS.
Conforme as pessoas iam-se sentindo confortáveis na manipulação dos computadores, descobriam também as potencialidades que os seus sistemas lhes ofereciam. Os computadores, em vez de criarem uma sociedade sem papel, como foi previsto, produziram montanhas de papel, na sua maioria sem qualquer valor. Toneladas de relatórios foram gerados apenas porque era possível. Esta sobrecarga de informação foi reduzida algures nos anos 80 com a introdução dos "sistemas de informação executiva". Estes refinaram o processo, oferecendo ao executivo exatamente aquilo que procuravam, e apenas isso.
Os anos 80 também viram nascer a primeira aplicação comercial de técnicas de inteligência artificial na forma dos "sistemas inteligentes". Estes programas podiam gerar conselhos dentro de uma área muito limitada. A promessa do suporte à tomada de decisão, inicialmente tentada pelos sistemas de informação de gestão dos anos 60 tinham, passo a passo, dado os seus frutos.
Os anos 90 trouxeram a introdução dos "sistemas de informação estratégicos", devido em grande parte à evolução da gestão estratégica pelos acadêmicos, como M. Porter, T. Peters, J. Reise, C. Markides, e J. Barney nos anos 80. A vantagem competitiva tornou-se um assunto ativamente discutido no contexto da gestão e as empresas de software ansiavam oferecer as ferramentas.
O papel dos sistemas de informação no negócio tinha-se agora expandido, incluindo o suporte estratégico. O último passo foi a comercialização da Internet, e o crescimento das intranets e extranets na virada do século.
O trabalho do nosso grupo foi sobre comércio eletrônico. Abaixo segue algumas imagens projetadas em sala de aula.
O trabalho completo pode ser visto aqui.